Pesquisar

Canais

Serviços

Publicidade
Conta de luz

ONS diz que bandeira tarifária vermelha continuará em agosto

Nielmar de Oliveira
Agência Brasil
27 jul 2018 às 10:35
- Marcos Santos/USP Imagens
siga o Bonde no Google News!
Publicidade
Publicidade

O diretor geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Luís Eduardo Barata, informou hoje (26) que a bandeira tarifária deverá continuar vermelha em agosto, uma vez que o país enfrenta adversidades climáticas em razão da falta de chuva, predominante agora em julho.


A bandeira tarifária vermelha (patamar 2) tem o custo adicional na conta de luz de R$ 5 a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos. A repetição da bandeira do mês de junho deve-se à manutenção das condições hidrológicas desfavoráveis e à tendência de redução no nível de armazenamento dos principais reservatórios do Sistema Interligado Nacional (SIN).

Cadastre-se em nossa newsletter

Publicidade
Publicidade


"A bandeira vermelha deve continuar em agosto e a tendência é de que ela deva permanecer até o final do período seco. A situação hidrológica encontra-se em situação adversa de norte a sul do país e a chuva não cai", explicou.

Leia mais:

Imagem de destaque
Mercado de luxo

Plaenge e Pininfarina anunciam maior contrato imobiliário com projetos simultâneos e VGV de R$ 2,1 bilhões

Imagem de destaque
Regulamentação dos preços

Veja se seu medicamento terá isenção ou redução de imposto

Imagem de destaque
'Novo concreto'

Sinduscon promove em Londrina encontro sobre madeira engenheirada

Imagem de destaque
Evento itinerante

Londrina: Fórum da Fiep discute as demandas do setor produtivo


energia eólica
A energia eólica tem contribuído para abastecer a região Nordeste e exportar o excedente para outras regiões (Arquivo/Agência Brasil)
Eduardo Barata, no entanto, afastou o risco de desabastecimento de energia elétrica. "A energia estará mais cara, embora não haja risco de desabastecimento. Mas com certeza a um custo [da energia] bem maior. Isto significa que é importante que se reduza o consumo, o que também consequentemente acarretará na redução do custo para o consumidor final. Reduz o consumo, reduz o custo", disse.

Publicidade


El Niño
O diretor geral disse que trabalha com a expectativa da chegada do fenômeno conhecido como El Niño, que vem trazendo chuvas para o Sul do país e deverá melhorar a situação hidrológica da região e, consequentemente, também melhorar a oferta de energia elétrica nos estados da região.


"O que tem acontecido hoje é que como não vem chovendo nesse período, e as chuvas no Sul estão muito escassas, o Sudeste é que está tendo que fornecer energia para a região. Na medida em que começar a chover no Sul, a gente começa a gerar [energia] por lá. E aí o Sudeste é desonerado".

Eduardo Barata disse que o que vem, em parte, contribuindo para o fornecimento de energia no país, é a Região Nordeste, uma vez que as usinas eólicas estão "bombando". "E este é um fenômeno que deverá continuar pelos próximos dois meses, uma vez que esse período que vai até setembro é o ponto alto dos ventos nos estados do Nordeste. São as eólicas instaladas em grande quantidade na região, aliada às térmicas [usinas] que seguram o suprimento de energia nos estados da região e ainda permite a exportação do excedente pelo Sistema Interligado Nacional".


Publicidade

Últimas notícias

Publicidade