Lojistas abrem as portas mesmo com decreto estadual

por Redação Bonde
   

Filas em frente a agências bancárias, funcionários trabalhando na organização das lojas e movimentação no Calçadão de Londrina. A cena rotineira se repetiu na manhã desta quarta-feira (1º) mesmo após decreto estadual com medidas mais rígidas para evitar a propagação do coronavírus. Entre as restrições impostas pelo Governo Estadual está a suspensão dos serviços considerados não essenciais, como o comércio. O descumprimento pode acarretar multas e cassação do alvará e da inscrição estadual.

Viviani Costa/Grupo Folha

Vendedores e funcionários do comércio ouvidos pela reportagem contaram que foram orientados a trabalhar normalmente, já que o prefeito de Londrina, Marcelo Belinati, não se manifestou sobre a aplicação das novas normas e sobre a fiscalização na cidade.

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"A gente fica muito dividido. Pode até estar sobrando leitos aqui, mas se não tiver funcionários, remédios, isso não adianta. Eu tenho medo da Covid, mas também acho que vai ter muita demissão se as lojas fecharem de novo. Se fechar fosse resolver o problema, a gente sacrificaria esse tempo”, contou uma funcionária que preferiu não se identificar.

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