Portaria à distância? Saiba como escolher o serviço ideal

por Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
   

Cortar gastos o quanto for possível. Esse é o lema dos condomínios residenciais e comerciais, desde o início da crise econômica, em 2015. A segurança em prédios teve que ser repensada por conta do aumento da inadimplência, da dificuldade de fazer locações, entre outros fatores.

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Tirar o porteiro da guarita mostrou-se uma alternativa positiva, por eliminar os custos, combater desvios de função, reduzir processos trabalhistas e, de quebra aumentar a segurança é que explica o CEO da empresa de segurança Peter Graber, Leandro Martins. "O sistema remoto ajuda a aumentar a segurança uma vez que retira o porteiro da área de risco, onde frequentemente sofre ameaças. Além disso, a proposta ajuda a reduzir em até 60% os gastos com folhas de pagamento”, afirma.

Mas é preciso entender que, apesar da não necessidade da presença física do porteiro no condomínio, há diferenças entre a portaria remota e a virtual e é necessário ficar alerta ao contratar um prestador de serviços. "É comum que pequenas empresas de segurança privada se unam para ofertar a solução e o problema desta fragmentação é que afeta diretamente a qualidade do atendimento, além de deixar o cliente um pouco inseguro sobre quem procurar diante de um problema”, diz. "O ideal é ter um parceiro único que ofereça o serviço completo, ou seja, que todas as soluções estejam concentradas em um único local”, explica.

Portaria virtual

Ao optar pelo uso desta tecnologia, os moradores precisam estar cientes que a liberação de visitantes deverá ser feita sem intermédio de profissionais e que o atendimento e a liberação do visitante ou prestador de serviço são feitos pelo morador. "Além da falta de controle este é um serviço de pouca segurança, já que o morador não possui a experiência para realizar a triagem da forma mais adequada. Uma criança, por exemplo, pode abrir o portão sem querer para um desconhecido”, alerta Martins. Além disso, em muitos casos, os links utilizados são de baixa qualidade e não garantem a identificação de pessoas em casos de delitos.

Portaria remota

Esse modelo não apenas gerencia o acesso ao condomínio à distância, mas também facilita a gestão do espaço. Não é necessário que o morador esteja na residência para autorizar o recebimento de mercadorias e a realização de serviços, por exemplo. Basta que prestador de serviço acione o interfone para ser atendido por um porteiro que o assiste por câmeras, direto da central. "O principal diferencial da portaria remota é que o atendimento é realizado por uma empresa de segurança, com profissionais capacitados e treinados. Além disso, a qualidade da imagem permite a identificação de quem entra e quem sai do espaço. Em caso de ocorrências esse material que fica disponível para os síndicos em nuvem e em nosso sistema, é também pode ser encaminhado para a polícia”, finaliza Martins.