Vestibular UEL 2021: é hora de estudar linguagens e redação

por Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
   
Agência UEL

Mais do que nunca, o vestibular da UEL (Universidade Estadual de Londrina) trará oportunidades aos vestibulandos com bons conhecimentos em linguagens e redação. Na edição 2021 do concurso da Universidade Estadual de Londrina, que ocorrerá em apenas uma fase no dia 14 de março, serão 36 questões objetivas de Conhecimentos Gerais; 10 de Língua Portuguesa e Literatura e quatro de Língua Estrangeira. Também será aplicada a prova de redação, com tema único. Os estudantes terão cinco horas para responder todas as questões e a fazer a redação.

A professora de redação do cursinho Prime em Londrina, Marcia Chireia, destaca que, mesmo em edições anteriores, a UEL sempre foi uma prova que valorizou a comunicação, dando um peso significativo para português, literatura, língua estrangeira e redação. Essa característica continua presente no próximo vestibular, porém ainda mais forte. Isso porque 28% das 50 questões serão de língua portuguesa, literatura e língua estrangeira. Por isso, independentemente do curso escolhido, garantir-se nessas matérias já dá uma boa margem de acertos.

PRIORIZE AS LINGUAGENS

Estudantes que buscam vagas em vestibulares de alta performance não costumam dar prioridade para gramática, literatura e língua inglesa. Isso porque, comumente, são matérias cobradas só na segunda fase do concurso. "Com o novo formato do vestibular 2021 da UEL, entretanto, conhecer as disciplinas relacionadas às linguagens será um diferencial, pois não são todos que levaram essas matérias em consideração nos estudos até agora”, analisa.

DEDIQUE-SE À REDAÇÃO

A redação, com toda certeza, será o fator crucial para a aprovação dos alunos que querem cursos mais concorridos, como medicina. "Com uma prova de 50 questões, interdisciplinar, objetiva, será a escrita o mais valioso passe de entrada”, avisa a professora.

Ela lembra que as escolas e cursos enfatizam muito a redação dissertativa-argumentativa padrão ENEM. A consequência disso é que a maioria dos alunos perde a destreza de escrever textos mais curtos, como se desenvolvessem um certo vício na linguagem e estrutura no estilo do Exame Nacional do Ensino Médio. Marcia destaca que a UEL, porém, não quer esse tipo de texto. Ao contrário, a banca examinadora aprecia a concisão e a objetividade. "Como a universidade valoriza habilidades como refletir, analisar, comentar, resumir e completar, isso significa que o aluno precisa treinar a escrita de textos curtos, de no máximo 15 linhas”, afirma.

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