Plataforma online disponibiliza cerca de 600 livros fotográficos da América Latina

por Redação Bonde com assessoria de imprensa
   
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A base de dados de livros de fotografia, criada com incentivo do FAC (Fundo de Apoio à Cultura), tem como objetivo reunir uma coleção de obras nacionais e vindas de países vizinhos, a fim de ser uma base de dados acessível sobre esse tipo de arte. "Nossa missão inicial é inventariar a produção editorial

nacional de publicações fotográficas, contribuindo para a documentação e proteção deste segmento do nosso patrimônio fotográfico e bibliográfico”, diz a organização em seu site.

O projeto é relevante não só para quem deseja contemplar e estudar arte, mas também para quem a produz. A equipe da plataforma escolhe e armazena catálogos das grandes editoras, mas também dá visibilidade a produções editoriais menores, independentes e publicadas por editoras de pequeno porte.

Idealizado pelo fotógrafo e pesquisador Leonardo Wen e iniciado em 2018, já conta com mais de 600 opções disponíveis, que englobam coletâneas, catálogos de exposição, obras de artistas fotográficos, jornais e revistas sobre o assunto, entre outros produtos culturais.

A ferramenta é a primeira do tipo no Brasil e consegue aproximar o leitor das obras de forma simples e clara. Os visitantes têm a possibilidade de acessar uma página individual de cada um dos títulos, que traz informações prévias do que se trata o livro e outros dados editoriais. Nesse mesmo espaço, é possível clicar para acessar algumas das páginas digitalizadas em PDF ou, em alguns casos, assistir a um vídeo demonstrativo da obra.

O site é dividido em base de dados referencial, biblioteca digital e espaço de reflexão crítica, e, para encontrar algo nesse acervo, é possível buscar por tema, autor ou título, como também navegar pelas cinco coleções organizadas na plataforma. São elas: Livros de fotografia brasileiros contemporâneos: 2010 - 2020; História, teoria e crítica da fotografia no Brasil; Pesquisas sobre fotolivros e livros de artistas; Manuais Técnicos; e Brasília.

Apesar de já ser culturalmente muito rico, o projeto não para por aí. Em breve, a base de dados deve lançar também um espaço colaborativo, para que o público em geral possa enviar informações e imagens de outras publicações que ainda não estão catalogadas no projeto. Trata-se de um prato cheio para quem estuda arte, trabalha com fotografia ou que no dia a dia é um entusiasta que gosta de revelar fotos próprias, fotografar e contemplar fotografias

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