Alemão vê 'derrota injusta' do LEC contra o Operário

por Tiago Santos - Estagiário*
   

Após a derrota deste domingo (15) para o Operário, por 1 a 0, o técnico Alemão, do Londrina, classificou o resultado como "injusto”. Para ele, mesmo sem a vitória no Estádio do Café, a equipe apresentou um futebol melhor que o da partida anterior, contra o FC Cascavel.

Gustavo Oliveira/Londrina Esporte Clube

"A derrota foi totalmente injusta pelo que nós produzimos. Lógico que faltou um pouco mais de capacidade de finalização, de achar o melhor passe, e o Operário deu um chute no gol”, disse o treinador.

No confronto que encerrou a primeira fase do Campeonato Paranaense, o Tubarão teve oito alterações em relação ao jogo anterior. Além disso, o time atingiu a marca de 29 jogadores utilizados ao longo da competição. Com tantas mudanças em apenas 11 jogos, Alemão acredita ter uma boa medida do nível que o elenco pode atingir.

O volante Rafael Assis definiu a partida como "quase perfeita” e exaltou os atletas que vieram das categorias de base. "Chegamos com qualidade e a única coisa que faltou foi o gol. Eles foram felizes em um chute. Muitos jogadores estreando hoje e não ficamos devendo em nada”, disse o volante.

O Tubarão fechou a primeira fase na 6ª colocação, algo que, segundo Alemão, "diz exatamente o que nós fizemos. Nossa pontuação e o que nós produzimos está dentro da realidade da nossa equipe.”

O que vem pela frente

Há quatro jogos sem vencer, o LEC enfrenta o Athletico Paranaense na próxima fase, com o jogo de ida em casa. O início das quartas de final está previsto para o próximo fim de semana (21 e 22 de março). Porém, a preocupação com a epidemia de coronavírus pode causar a paralisação do campeonato, medida que já foi adotada em quase todo o mundo.

Apesar da incerteza sobre o dia do jogo, Rafael Assis acredita que o Londrina pode tirar proveito do favoritismo do Furacão. "Vamos enfrentar uma grande equipe, mas a pressão é toda deles. Vamos jogar o jogo. Vamos respeitar o Athletico, mas fazer como fizemos hoje com o Operário. Atacar, pressionar e, nas oportunidades que tivermos, vamos tentar matar.”

(*Sob supervisão de Luís Fernando Wiltemburg)

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