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Esquadrilha da Fumaça volta a Londrina no dia 13 de abril

Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
18 mar 2019 às 16:42
- Divulgação/Cb Fabiano
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A Esquadrilha da Fumaça volta a se apresentar em Londrina durante a 59ª Exposição Agropecuária e Industrial. A apresentação será no dia 13 de abril, às 16h.

A última vez que a Esquadrilha se apresentou no município foi na ExpoLondrina de 2012. Depois, os shows foram suspensos para a troca de aeronaves e treinamento de pilotos, que deixaram de voar com o Tucano T-27, substituídos pelo Super Tucano A-29. O processo de implantação das aeronaves A-29 tiveram início em 2013. Em 2015, a instituição concluiu o processo de implantação dessa aeronave na Fumaça e retomou sua agenda de demonstrações aéreas.

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Segundo o tenente relações públicas da Esquadrilha, Marcus Lemos, as aeronaves A-29 foram concebidas para ser de caça e são utilizadas também por outros esquadrões da Força Aérea, especialmente, para vigilância de fronteiras.

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O tenente explica que, entre os diferenciais do A-29, estão maior velocidade – chegam a 593 km/h e, durante as demonstrações, a 560 km/h; é mais pesado em comparação com o T-27 e também mais longo; sem contar que o T-27 é um projeto da década de 70. Já o A-29 é dos anos 2000 e totalmente tecnológico. É uma fabricação nacional, da Embraer, e já foi exportado para mais de 10 países.

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Os novos aviões usados pela Esquadrilha da Fumaça continuam com as cores da Bandeira do Brasil, mas as tonalidades estão mais fortes. Outra inovação é o desenho da bandeira nacional na cauda do avião, feito de forma a passar uma impressão de que tremula com o vento.


Carinhosamente chamado de "Fumaça", o EDA (Esquadrão de Demonstração Aérea) foi criado em 1952 e é responsável pela divulgação da Aeronáutica por todo o Brasil e também no exterior. Sua missão principal é expandir a notoriedade da FAB.

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Manobras


Muitas emoções aguardam o público na apresentação da ExpoLodrina. Atração sempre esperada e muito prestigiada pelo público, a Esquadrilha se apresenta com sete aeronaves e fará cerca de 50 acrobacias, se o tempo estiver favorável, com boa visibilidade.

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Entre as manobras que serão apresentadas em Londrina estão:


Lancevak – realizada pela aeronave de número 7, dando a impressão de que o avião está em queda;

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Break – aeronaves seguem alinhadas e abrem em leque;


Desfolhado – executada com seis aviões que fazem meio looping e abrem cada um para um lado. É uma manobra que depende das condições do tempo, necessitando de boa visibilidade;

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Coração – aeronave deixa no ar um rastro de fumaça em forma de coração, enquanto o público recebe um áudio do próprio líder, prestando uma homenagem à cidade;


Looping em linha de frente - realizada por quatro aviões. Trata-se de uma manobra extremamente técnica, em que os aviões voam lado a lado, com uma distância de apenas dois metros entre uma asa e outra. Realizam looping em linha de frente e ao final mudam a formação e saem em forma de seta;

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Barrilzão – executada por três aviões, sendo um em voo normal, outro sobre ele, de cabeça para baixo e um terceiro voando ao redor deles, como um looping na horizontal.


Formação rígida


Para fazer parte do Esquadrão de Demonstração Aérea, é necessário ter experiência em voo. A Força Aérea Brasileira exige dos interessados 1.500 horas de voo, sendo que 800 horas devem ser de instrução.

Após a comprovação da experiência, o pedido para integrar a esquadrilha é encaminhado a um conselho que aceita ou não o novo membro. A partir daí, eles passam por treinamento teórico e realizam 80 missões (voos) de treinamento, antes de começar as apresentações pelo país.


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