Conheça mitos e verdades dos alimentos embalados a vácuo

por Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
   
Divulgação

Eles têm conquistado cada vez mais espaço nas gôndolas dos mercados e na mesa dos brasileiros por questões como praticidade, sabor e até mesmo saudabilidade. Se antes os alimentos a vácuo eram rotulados como opções ultraprocessadas, a tecnologia atual e o acesso às informações permitiram que questões de saudabilidade fossem garantidas nesses produtos, pois o processo preserva os nutrientes, o frescor dos alimentos e o sabor e consistência deles.

"Os produtos embalados a vácuo e cozidos a vapor não precisam de adição de conservantes ou produtos químicos. O processo preserva o caráter nutritivo dos alimentos, além de permitir um alto controle de qualidade e segurança dos alimentos”, explica Enrico Milani, CEO da Vapza, empresa especializada em alimentos embalados a vácuo e cozidos a vapor com mais de 20 anos de atuação.

Para a nutricionista Camile Fiuza, muitas pessoas acreditam e confiam na tecnologia e, por consequência, no fator durabilidade x nutrição. Porém ainda é muito comum encontrar quem ainda insista no armazenamento prolongado de forma caseira. "Os alimentos, em contato com o ar, perdem textura, sabor e nutrientes.

Em basicamente todas as categorias nutricionais, esse processo de oxidação é comum. Por isso, há a recomendação do consumo imediato para garantir até mesmo a segurança na hora de se alimentar. Se a intenção é usufruir de um alimento por um longo prazo, é possível recorrer às marcas que possuem a tecnologia necessária para garantir esse fator”, explica.

De acordo com Milani, a técnica de embalagem a vácuo consiste em remover todo o ar presente na superfície do alimento e, após isso, cozinhá-lo no vapor dentro da própria embalagem. Em seguida, os produtos passam por um processo de esterilização, eliminando os micro-organismos. Desta forma, os alimentos a vácuo não necessitam de conservantes ou refrigeração para manter uma validade longa.

"Os consumidores estão cada vez mais exigentes e preocupados com as questões nutricionais e com a segurança dos alimentos, tanto na conservação quanto na manutenção dos nutrientes dos alimentos. Entender um pouco mais sobre o processo dos embalados a vácuo, além de revelar várias curiosidades, garante a conquista da preferência do público”, diz o CEO.

Orgânicos, cozidos a vapor e embalados a vácuo

Os alimentos orgânicos ganham disparadamente quando o assunto é saudabilidade. Entretanto, quando armazenados de forma tradicional, o quesito saudável estava diretamente ligado a menor durabilidade, à perda de sabor e nutrientes e, consequentemente, ao desperdício. De olho nas necessidades desse nicho de mercado, a Vapza lançou a linha de orgânicos embalados a vácuo e cozidos a vapor, que podem sem encontradas geralmente nos pontos de vendas (PDV) próximos ao hortifrúti nos supermercados, por possuírem estas características e principalmente por não terem conservantes, igualmente os produtos oferecidos nesta sessão.

"Agregamos ainda mais benefícios aos alimentos orgânicos, como durabilidade e segurança, e fortalecemos a cadeia de produção para levar opções altamente benéficas aos consumidores e explorar esse mercado em expansão”, expõe Enrico. Ele assegura que os produtos Vapza possuem certificações homologas auditadas pelo IBD (orgânucis) e BRC (certificação internacional). Além disso, a embalagem utilizada é desenvolvida especificamente para o processamento térmico, sendo BPA free (livre de bisfenol A) e mantendo as características do produto até o consumo.

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