Cães da GM de Londrina são agentes bons de faro

por Pedro Marconi - Grupo Folha
   
Bruno Amaral/Defesa Social

No gramado entre a rua Joaquim de Matos Barreto e o lago Igapó, eles correm atrás de bolinhas e mordem brinquedos, numa grande diversão. Mas o que pode parecer uma simples brincadeira é treinamento sério e que vem somando na rotina da segurança pública. São os cachorros que fazem parte do GOC (Grupo de Operações com Cães) da GM (Guarda Municipal) de Londrina.

A unidade operacional da corporação existe de forma oficial desde fevereiro de 2017, entretanto, o serviço com o apoio animal já vinha sendo executado cerca de um ano antes. Atualmente são nove cães, das raças pastor belga Malinois, rottweiler e doberman. Eles desempenham funções específicas, como proteção, patrulhamento e faro de pessoas, entorpecentes e armas. Alguns possuem mais de uma especialização.

Segundo o supervisor do GOC, Jesse Vander Bortoto o adestramento começa quando o animal está com 53 dias de vida. As atividades duram, pelo menos, um ano e meio, até que esteja totalmente habituado a operar os comandos. Mesmo com os cães "formados”, os treinamentos continuam e são constantes. Os cachorros nunca têm contato direto com a droga, apenas com o odor.

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