Causa animal em Londrina

por Vitor Ogawa - Grupo Folha
   
Pixabay

Nos últimos quatro anos o município de Londrina registrou avanços importantes nas políticas públicas da causa animal. Hoje a cidade conta com o Fupa (Fundo Municipal de Proteção aos Animais), o Comupda (Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais), instituiu a Dbea (Diretoria de Bem-Estar Animal), além de ter criado o Banco de Rações e colocado em funcionamento o Castramóvel. Mas quais são os desafios a serem superados para consolidar os avanços das políticas públicas da causa animal?

A presidente do Comupda (Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais) e diretora da Dbea da secretaria municipal de Ambiente, Bruna Ontivero Pereira, avalia esses avanços de forma positiva, mas afirma que sempre há como melhorar. "Temos um censo defasado. Precisamos de um novo para saber quantos animais são domiciliados e quantos são semi domiciliados. Isso poderia ser viabilizado por meio da integração com outras pastas. Temos agentes de endemias que esperamos capacitar para fazer isso, além de poderem fazer a fiscalização e orientação dos tutores”, apontou, dizendo que na sequência é preciso identificar os animais castrados e microchipá-los. "Só assim poderemos saber de onde vieram cada um deles e quem são seus responsáveis para evitar o abandono e os maus tratos.” Segundo ela, já está em andamento também a compra de vacinas.

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