Conheça as principais doenças infectocontagiosas dos gatos e saiba como preveni-las

por Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
   

"Nós gatos já nascemos pobres, porém já nascemos livres.” Quem nunca ouviu os versos do famoso musical Os Saltimbancos, de Chico Buarque, a respeito dos gatos e de sua personalidade?

Reprodução/Pixabay

Com uma população de 139,3 milhões, o Brasil já é o segundo país com maior número de animais de estimação. Deste total, 23,9 milhões representam gatos, de acordo com a Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação).

"A população de felinos cresce muito, ano a ano. É importante que voltemos nossas atenções a eles; representam uma parcela bastante significativa dos animais de companhia hoje”, diz o médico-veterinário Alexandre Merlo, Gerente Técnico de Animais de Companhia da Zoetis.

Seja o seu bichano mais livre ou de apartamento, como diz 'A História de uma gata', de Os Saltimbancos, o cuidado é imprescindível.

"Doenças infectocontagiosas são muito comuns e causam problemas sérios nos felinos. Algumas podem ser evitadas com vacina, mas há outras em que nem o tratamento é satisfatório”, explica Merlo.

A especialista destaca algumas destas principais doenças abaixo:

Panleucopenia

Causada por vírus, é também conhecida como parvovirose dos gatos. Filhotes são altamente propensos a esta doença, cujos sintomas principais são vômitos acompanhados ou não de diarreia, febre e tristeza. Se não tratada a tempo, pode ser letal.

"Não há medicamento que elimine o vírus. Por isso, a prevenção é a melhor alternativa”, recomenda Merlo. Para isto, a Zoetis recomenda Felocell CVR, Felocell CVR-C e Fel-O-Vax. Indicadas para animais a partir de 8 semanas de vida.

Manifestações do Complexo Respiratório Felino (CRF)

Bastante comuns, têm alta prevalência em animais que vivem ou que já viveram em colônias. O CRF é causado por três agentes principais - o herpevirus felino, o calicivirus felino e a Chlamydia felis.

A transmissão se dá por meio de contato direto com secreção ocular, nasal e oral, além comedouros, bebedouros e brinquedos. Também há a transmissão indireta, quando um gato doente tosse ou espirra, por exemplo, eliminado partículas contendo os agentes.

"Há animais que nunca conseguem eliminar os agentes após a infecção, e nesses casos a vacina pode ajudar a evitar crises. Para os animais que nunca foram infectados, a vacina é uma ferramenta ainda mais importante”, explica o especialista.

Para o CRF, a recomendação da Zoetis é a Felocell CVR, Felocell CVR-C ou Fel-O-Vax, sendo que apenas a Felocell CVR-C e a Fel-O-Vax protegem contra a clamidiose. São indicadas para animais a partir de 8 semanas de vida.

Leucemia viral

Doença incurável é causada por um vírus que afeta o sistema imune dos gatos, facilitando o aparecimento de infecções por bactérias e mesmo de alguns tipos de tumor.

"Fazendo um paralelo com os humanos, é como a AIDS”, explica Merlo. A transmissão acontece principalmente quando um animal infectado lambe outros gatos, uma vez que o vírus é excretado em abundância na saliva.

"É uma doença silenciosa na maioria das vezes e, se diagnosticada tardiamente, pode não ter tratamento curativo”, diz. Fel-O-Vax é a recomendação da Zoetis. Indicada para animais a partir de 8 semanas de vida

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