Pets: descubra a importância da vacinação contra a raiva

por Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
   
Reprodução/Freepik

Agosto é, tradicionalmente, o mês em que cães e gatos são vacinados contra a raiva, em campanha promovida pelo Ministério da Saúde.

Uma das doenças mais conhecidas entre os animais domésticos, a raiva pode ser transmitida para o ser humano e pode ser fatal.

O contágio se dá pelo contato de vírus presente na saliva e nas secreções do animal infectado, principalmente pela mordida.

Apesar de não ter tratamento, a raiva pode ser prevenida por meio da vacinação. "Por se tratar de uma zoonose, essa é uma doença tão difundida. Mas, além dela, há outras que também devem ter a atenção dos tutores”, diz a médica-veterinária Fabiana Avelar, gerente de produtos para animais de companhia da Zoetis.

"A vacinação deve acontecer a partir das primeiras semanas de vida do animal. E, na fase adulta, a prevenção deve ser feita anualmente, ao longo de toda a vida”, completa Fabiana.

O protocolo vacinal para cães inclui prevenção contra cinomose, hepatite infecciosa, parvovirose, leptospirose, parainfluenza e coronavirose. Traqueobronquite infecciosa, giardíase e raiva também fazem parte. Para gatos, a recomendação é que sejam vacinados contra rinotraqueíte, calicivirose, panleucopenia e contra a bactéria Chlamydia psittaci, além de leucemia felina e raiva.

Importância

"São as vacinas que garantem a proteção ao animal pois estimulam o sistema imunológico a cada aplicação”, enfatiza Alexandre Merlo, Gerente Técnico de Animais de Companhia da Zoetis.

Além da raiva, a vacinação pode prevenir outras doenças graves em cães e gatos. Nos amigos caninos, a imunização garante a saúde dos animais contra a cinomose, que ataca o sistema digestivo, respiratório e nervoso central dos cachorros; leptospirose canina, que possui alta letalidade; parvovirose, que acomete o sistema imunológico dos cães; hepatite infecciosa, que pode levar o animal a óbito em até 24 horas e outras.

Com os gatos, a vacinação previne o aparecimento de doenças como a panleucopenia, que pode ser letal quando não tratada corretamente; a calicivirose, que acomete o sistema respiratório dos felinos; a leucemia viral, que ainda não tem cura e outras.

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