Brasil chega a 137 mil mortes pela Covid-19, mostra consórcio de imprensa

por Folhapress
   
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O Brasil registrou 455 novas mortes pela Covid-19 e 15.821 casos da doença, nesta segunda (21). O país chega, assim, a 137.350 óbitos e 4.560.083 de pessoas infectadas desde o início da pandemia.

Os finais de semana, feriados e segundas-feiras costumam apresentar dados mais baixos, por causa de atrasos nas notificações.

Além dos dados diários do consórcio, a Folha de S.Paulo também mostra a chamada média móvel. O recurso estatístico busca dar uma visão melhor da evolução da doença, pois atenua números isolados que fujam do padrão. A média móvel é calculada somando o resultado dos últimos sete dias, dividindo por sete.

De acordo com os dados coletados até as 20h, a média de mortes nos últimos sete dias é de 748. Recentemente, o país chegou a estar em situação de queda da média, mas retornou para o patamar de estabilidade dos dados de mortes (o que não significa uma situação tranquila).

A média ainda está em patamares elevados.

Os dados são fruto de colaboração inédita entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Balanço divulgado nesta segunda-feira (21) pelo Ministério da Saúde aponta 13.439 novos casos confirmados de Covid-19 nas últimas 24h, com 377 novas mortes.

A pasta costuma dizer que uma queda nos registros já é esperada aos domingos e segundas-feiras devido ao número menor de equipes em laboratórios aos finais de semana. O governo, porém, também diz ver uma tendência de queda nos números, embora estes continuem ainda em patamares altos.

Com os novos dados, o total contabilizado pelo governo federal já chega a 4.558.068 casos da doença, com 137.272 mortes. O número de óbitos pode ser maior, já que há 2.428 ainda à espera do resultado de testes para a Covid-19.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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