Brasil registra 1.166 mortes e passa de 122 mil óbitos pela Covid-19

por Folhapress
   
Reprodução/Pixabay

O Brasil registrou 1.166 novas motes pela Covid-19 e 41.889 casos da doença, nesta terça (1º). O país chega, então, aos 122.681 óbitos e a 3.952.790 infecções pelo novo coronavírus desde o início da pandemia.

Os dados são fruto de colaboração inédita entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais. O balanço é fechado diariamente às 20h.

Além dos dados diários do consórcio, o jornal Folha de S.Paulo também mostra a chamada média móvel. O recurso estatístico busca dar uma visão melhor da evolução da doença, pois atenua números isolados que fujam do padrão. A média móvel é calculada somando o resultado dos últimos sete dias, dividindo por sete.

De acordo com os dados coletados até as 20h, a média de mortes nos últimos sete dias é de 859, o que mantém uma posição de estabilidade nos dados, embora com números elevados.

O Brasil tem uma taxa de cerca de 56,7 óbitos por 100 mil habitantes. Os Estados Unidos, que têm o maior número absoluto de mortes, e o Reino Unido, ambos à frente do Brasil na pandemia (ou seja, começaram a sofrer com o problema antes), têm 55,2 e 62,5 mortes para cada 100 mil habitantes, respectivamente.

O México, que ultrapassou o Reino Unido em número de óbitos, tem 49,2 mortes para cada 100 mil habitantes. A Índia, com 60.472 óbitos, também passou o Reino Unido em mortes pela Covid-19.

Na Argentina, onde a pandemia desembarcou nove dias mais tarde que no Brasil e que seguiu uma quarentena muito mais rígida, o índice é de 17,9 mortes por 100 mil habitantes.

Dados do Ministério da Saúde, divulgados nesta terça-feira (1), mostram que o Brasil registrou 42.659 casos de contaminação pelo novo coronavírus e 1.215 mortes em decorrência da Covid-19 nas últimas 24 horas.

Desde o início da pandemia, já são 122.596 óbitos acumulados e 3.950.931 casos confirmados no país.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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