Londrina recebe 20 mil doses de vacina contra a gripe

por N.Com
   

A Secretaria de Saúde recebeu, do Ministério da Saúde, o segundo lote da Vacina Influenza Trivalente, que protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no Hemisfério Sul, incluindo o H1N1. As doses continuarão sendo aplicadas nos idosos e trabalhadores da saúde, públicos prioritários desta etapa. A vacinação para idosos com idade entre 60 e 79 anos será realizada nas Unidades Básicas de Saúde da zona urbana, neste sábado (4), das 8 às 19 horas, com horário marcado, para aqueles agendarem previamente.

Marcos Zanutto/Grupo Folha

O agendamento já está aberto e pode ser realizado pela internet, no Portal da Prefeitura de Londrina e nos telefones das UBS. Das 20 mil doses, metade será reservada para o agendamento on-line e a outra metade para o agendamento telefônico.

Ao ligarem ou agendarem pela internet, os idosos poderão escolher um horário, entre os que estiverem disponíveis, para receber a vacinação. Serão agendadas até 15 pessoas a cada 30 minutos, para evitar aglomerações. A ação não acontecerá nas UBS da zona rural, pois todos os idosos que moram nestas localidades já foram vacinados, segundo a prefeitura.

Vacinação em casa

Os idosos com 80 anos ou mais continuam sendo vacinados em suas residências, desde quando a campanha iniciou, no dia 23 de março. Neste caso, não é necessário fazer agendamento, basta aguardar as equipes chegarem às residências. A medida visa evitar que o público mais vulnerável saia de suas casas, devido à pandemia do novo coronavírus. Os trabalhadores da saúde continuarão sendo vacinados em seus locais de trabalho.

O secretário municipal de Saúde, Felippe Machado, disse que com a chegada das 20 mil doses será possível completar toda a faixa etária de 60 a 79 anos. "Nós temos até o dia 14 de abril para vacinar os idosos. Ao todo, Londrina conta aproximadamente com 60 mil idosos, dos quais mais de 35 mil já foram vacinados. Vamos imunizar 100% deste público-alvo, pois esta faixa etária se encontra no grupo de risco de infecção pelo coronavírus e, embora a vacina não proteja contra o coronavírus, é uma maneira de proteger os mais vulneráveis contra doenças respiratórias, que podem favorecer o aparecimento de outras infecções”, ressaltou.

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